O PAI QUE TIVE
Sempre sofri muito com a ausência do meu pai
Ainda que o veja todos os dias em minha mente.
Isso ameniza a saudade do seu corpo ausente
Mas não abranda a tristeza que de mim não sai.
Não é consolador vê-lo apenas na imaginação
Ou nos efêmeros sonhos noturnos e irreais...
Pois revê-lo mentalmente me traz recordação
Dos belos dias de outrora que não voltam mais.
Um pai igual ao que tive nunca se esquece...
Não sai do pensamento, não sai do coração...
Nem de nossos sonhos sua imagem desaparece!
Mas tê-lo somente na lembrança é pura ilusão...
Meu desejo era reencontrá-lo, e se o tempo desse,
Nele dar bilhões de beijos recheados de emoção!
(Autor: Inácio Antônio Gomes de Lima-CIÊ,
filho de JOÃO GOMES).
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