segunda-feira, 16 de julho de 2012


TEMPO



Passa a vida, a vida vai passando,
No cavalo do tempo apressada...
E no trajeto das horas encurtando
distância dessa longa estrada.

Castelos mil outrora eu sonhava
Mas  não sonho como antigamente
Pois a força interior que me encorajava
Vem aos poucos morrendo lentamente.

Achei que a idade, o tempo não a consumia
E a juventude em mim permanecia...
No percurso dessa efêmera cavalgada.

Mas enquanto o ginete da vida vai trotando
Nossas virtudes vão se acabando
nossos sonhos se diluindo em nada!


(Autor: Inácio Antônio Gomes de Lima-CIÊ,
filho de JOÃO GOMES).

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